Hoje, um sábado á noite qualquer, me peguei pensando sobre o que aprendi e tenho aprendido na minha vida, até aqui. Um pouco destes pensamentos se deve a perda recente de um amor da minha vida, meu gato, meu parceiro de todas as horas, o Anakin. Pensando na falta que ele me faz e em tudo que passamos juntos, comecei a viajar de volta no tempo, para a ápoca em que ganhei ele de presente.
Naquela época estava iniciando meu trabalho como Consultora Empresarial, tinha pouco conhecimento no que estava fazendo, mas muita vontade de aprender. Havia sido dona de uma loja de bijuterias por mais de quatro anos, trabalhando diretamente em todos os processos, pois era um comércio pequeno. Fora isso, havia sido empregada em diversas oportunidades diferentes, cada qual agregando um tipo de aprendizado. Fui professora de inglês básico, balconista, degustadora de laticínios, safrista apontadora de dados de produção, depois estoquista e depois auxiliar administrativo, estagiária, ajudante de loja no Natal e, por um acaso do destino, virei Consultora Empresarial Júnior.
Voltando um pouco mais, esse acaso aconteceu pois lá atrás, na época de colégio, participei de um projeto muito bacana chamado Junior Achievement, talvez você conheça: são micro empresas formadas entre alunos do ensino médio e, para montar estas empresas, alguns Advisors ensinam à adolescentes, conceitos de gestão, custos, projetos, operação e vendas.
Desde antes disso, quando estive envolvida com Escoteiros, Liga Jovem de Combate ao Câncer, Grêmio Estudantil, sempre gostei muito de aprender. Cada um destes momentos em que pude participar ativamente, me ajudaram a construir a profissional que sou hoje, cada escolha me levou à um caminho, a conhecimentos e a contatos diferentes.
Então, voltando ao assunto que comecei, me tornei Consultora através do contato estreitado com um dos Advisors que tive no projeto de colégio. Nem lembro exatamente como, mas lembro de quando e onde. Lembro que me senti extremamente desafiada, e aceitei o desafio. Já estava fazendo um MBA na época e era uma ótima oportunidade de usá-lo.
Como a maioria dos Consultores, enfrentava meus clientes em reuniões presenciais, com propostas baseadas em um modelo e com muitas ideias para seus negócios. Detalhe para este momento: meus clientes, em grande parte das situações, eram empresários com anos de bagagem, estudos e conhecimentos em suas áreas e em negócios. Como atender e agregar valor à estes clientes se, aparentemente, eles sabem tudo sobre seus negócios??
Se você leu o título deste texto, exatamente isso que proporcionou o sucesso dos meus trabalhos. A cada ensinamento que eu me propunha a fazer, dele haveria de vir um novo aprendizado. Cada assunto, cada ferramenta, cada prática de gestão nova que eu pensava em aplicar, para cada uma delas deveria haver estudo, pesquisa e prática. E assim foi, e assim é.
Na época que ganhei meu gato Anakin, meu amor, eu vivia debruçada em livros, relatórios, participando de cursos, palestras, sendo voluntária em projetos na área de gestão. Enquanto o Anakin cresceu ao meu lado, eu pude continuar fazendo isso e pude inclusive mudar de lado. Passei a ministrar cursos, palestras e nossa...conheci tanta gente bacana, troquei tanto conhecimento com quem pude interagir, e principalmente, continuei aprendendo.
E agora, que abruptamente e de uma forma muito triste, meu Anakin se foi, vi que este tempo que ele esteve ao meu lado (foram 8 anos com ele) foi muito pouco para aprender com ele como se ama incondicionalmente, mas ele me ensinou a ser melhor. Passando isso para o lado prático, neste tempo entendi que quanto mais eu ensinar, mais eu irei aprender. Quanto mais eu aprender, mais vou poder ensinar. Deixemos de lado o medo de perder, de passar conhecimento. Busquemos entender que conhecimento não se divide, se multiplica, pois na vida é assim, eu te ensino e você me faz aprender.
Naquela época estava iniciando meu trabalho como Consultora Empresarial, tinha pouco conhecimento no que estava fazendo, mas muita vontade de aprender. Havia sido dona de uma loja de bijuterias por mais de quatro anos, trabalhando diretamente em todos os processos, pois era um comércio pequeno. Fora isso, havia sido empregada em diversas oportunidades diferentes, cada qual agregando um tipo de aprendizado. Fui professora de inglês básico, balconista, degustadora de laticínios, safrista apontadora de dados de produção, depois estoquista e depois auxiliar administrativo, estagiária, ajudante de loja no Natal e, por um acaso do destino, virei Consultora Empresarial Júnior.
Voltando um pouco mais, esse acaso aconteceu pois lá atrás, na época de colégio, participei de um projeto muito bacana chamado Junior Achievement, talvez você conheça: são micro empresas formadas entre alunos do ensino médio e, para montar estas empresas, alguns Advisors ensinam à adolescentes, conceitos de gestão, custos, projetos, operação e vendas.
Desde antes disso, quando estive envolvida com Escoteiros, Liga Jovem de Combate ao Câncer, Grêmio Estudantil, sempre gostei muito de aprender. Cada um destes momentos em que pude participar ativamente, me ajudaram a construir a profissional que sou hoje, cada escolha me levou à um caminho, a conhecimentos e a contatos diferentes.
Então, voltando ao assunto que comecei, me tornei Consultora através do contato estreitado com um dos Advisors que tive no projeto de colégio. Nem lembro exatamente como, mas lembro de quando e onde. Lembro que me senti extremamente desafiada, e aceitei o desafio. Já estava fazendo um MBA na época e era uma ótima oportunidade de usá-lo.
Como a maioria dos Consultores, enfrentava meus clientes em reuniões presenciais, com propostas baseadas em um modelo e com muitas ideias para seus negócios. Detalhe para este momento: meus clientes, em grande parte das situações, eram empresários com anos de bagagem, estudos e conhecimentos em suas áreas e em negócios. Como atender e agregar valor à estes clientes se, aparentemente, eles sabem tudo sobre seus negócios??
Se você leu o título deste texto, exatamente isso que proporcionou o sucesso dos meus trabalhos. A cada ensinamento que eu me propunha a fazer, dele haveria de vir um novo aprendizado. Cada assunto, cada ferramenta, cada prática de gestão nova que eu pensava em aplicar, para cada uma delas deveria haver estudo, pesquisa e prática. E assim foi, e assim é.
Na época que ganhei meu gato Anakin, meu amor, eu vivia debruçada em livros, relatórios, participando de cursos, palestras, sendo voluntária em projetos na área de gestão. Enquanto o Anakin cresceu ao meu lado, eu pude continuar fazendo isso e pude inclusive mudar de lado. Passei a ministrar cursos, palestras e nossa...conheci tanta gente bacana, troquei tanto conhecimento com quem pude interagir, e principalmente, continuei aprendendo.
E agora, que abruptamente e de uma forma muito triste, meu Anakin se foi, vi que este tempo que ele esteve ao meu lado (foram 8 anos com ele) foi muito pouco para aprender com ele como se ama incondicionalmente, mas ele me ensinou a ser melhor. Passando isso para o lado prático, neste tempo entendi que quanto mais eu ensinar, mais eu irei aprender. Quanto mais eu aprender, mais vou poder ensinar. Deixemos de lado o medo de perder, de passar conhecimento. Busquemos entender que conhecimento não se divide, se multiplica, pois na vida é assim, eu te ensino e você me faz aprender.
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