As empresas vêm sendo confrontadas diariamente por desafios competitivos e isto está forçando as organizações, sejam elas micro, pequenas, médias ou grandes, a enxergar a competitividade com outros olhos. Hoje em dia ser competitivo é questão vital e demanda muita informação e metodologias novas. Não basta inventar, é preciso reinventar e renovar, sempre. Em um mercado globalizado como o nosso, onde a oferta é tão grande, o conhecimento é a ferramenta que traz diferencial competitivo esperado, além de ser muito valorizado dentro das organizações.
Talvez a falta da prática de planejamento nas pequenas e médias organizações brasileiras seja um problema cultural, onde ainda impera entre os empresários, em face da necessidade latente dessa prática, o velho “jeitinho brasileiro” de fazer as coisas. Entretanto, na atual situação do mercado mundial, as empresas que não tiverem um planejamento focado no mercado, provavelmente, sofrerão com a falta de competitividade. A partir do processo de planejamento estratégico, as organizações podem identificar cenários, figurar situações e trabalhar as oportunidade e ameaças do mercado globalizado.
Atualmente o planejamento é largamente utilizado por empresas de grande porte, que encontram mais recursos para desenvolvê-lo. Enquanto, que, nas micro e pequenas empresas, ele geralmente não é desenvolvido e estas se constituem sem nenhum planejamento prévio, o que causa, em grande parte destas estabelecidas, quebras e fechamentos, antes mesmo de um ano de vida.
As causas para esta alta mortalidade, segundo os empresários que fecharam as suas portas, são a falta de capital de giro, pouco conhecimento do mercado, maus administradores, falta de visão e estratégias. Nestes casos levantados por pesquisas , entende-se que a falta do planejamento, além de todos estes pontos, foi decisivo para estes empresários se inserirem realmente no mercado, se manterem e sobreviverem, com ganhos.
Sendo assim, a necessidade de se ter a melhor estratégia, se posicionar melhor que os concorrentes ou atingir uma fatia de mercado maior demonstra a latente necessidade de planejamento voltado para o futuro, o tão importante planejamento estratégico.
Talvez a falta da prática de planejamento nas pequenas e médias organizações brasileiras seja um problema cultural, onde ainda impera entre os empresários, em face da necessidade latente dessa prática, o velho “jeitinho brasileiro” de fazer as coisas. Entretanto, na atual situação do mercado mundial, as empresas que não tiverem um planejamento focado no mercado, provavelmente, sofrerão com a falta de competitividade. A partir do processo de planejamento estratégico, as organizações podem identificar cenários, figurar situações e trabalhar as oportunidade e ameaças do mercado globalizado.
Atualmente o planejamento é largamente utilizado por empresas de grande porte, que encontram mais recursos para desenvolvê-lo. Enquanto, que, nas micro e pequenas empresas, ele geralmente não é desenvolvido e estas se constituem sem nenhum planejamento prévio, o que causa, em grande parte destas estabelecidas, quebras e fechamentos, antes mesmo de um ano de vida.
As causas para esta alta mortalidade, segundo os empresários que fecharam as suas portas, são a falta de capital de giro, pouco conhecimento do mercado, maus administradores, falta de visão e estratégias. Nestes casos levantados por pesquisas , entende-se que a falta do planejamento, além de todos estes pontos, foi decisivo para estes empresários se inserirem realmente no mercado, se manterem e sobreviverem, com ganhos.
Sendo assim, a necessidade de se ter a melhor estratégia, se posicionar melhor que os concorrentes ou atingir uma fatia de mercado maior demonstra a latente necessidade de planejamento voltado para o futuro, o tão importante planejamento estratégico.
Comentários
Postar um comentário