A produtividade, que sempre foi reconhecida como um fator básico determinante da prosperidade e da rentabilidade, tem sido amplamente enfatizada como uma constante chave para essa força econômica, já tendo sido também discutida com bastante propriedade em função do rápido crescimento da tecnologia, mais especificamente da tecnologia ligada à informação. Entretanto, um uma época em que os rápidos devoram os lentos, a produtividade também está intimamente relacionada à maneira como uma empresa mantém a sua inovação organizacional fundamental na liderança competitiva, sendo estas características vitais para atingir a rentabilidade e eficácia da tecnologia e processos.
Orem, nos dias de hoje, outra força econômica – a qualidade da produtividade- está sendo reconhecida como requisito essencial de sustentação econômica principalmente nos espaços de recessão dos negócios, na nossa história econômica. De veículos até serviços, o valor agregado da qualidade que os compradores percebem nos produtos e serviços está exercendo poderosa influencia sobre a constante força dos gastos do cliente, principalmente em tempos de otimização do uso de recursos.
Estudiosos da economia atual afirmam que hoje, quando o consumidor está completamente satisfeito com o produto ou serviço adquirido, ele conta sua boa experiência para 6 outros compradores potenciais. Porém, outro consumidor insatisfeito passa a informação a 25 outros compradores potenciais. Esse é o poder de alavancagem da qualidade na formação da percepção do consumidor, um fator vital para a mobilização de, por exemplo, dois terços da economia americana movimentados pelo mercado consumidor.
Portanto, à medida que as empresas analisam as bases das suas atividades empresariais, este é um lembrete dos mais fundamentais: os gestores precisam reconhecer que a receita de uma empresa é gerado por seus clientes, não por Wall Street.
Orem, nos dias de hoje, outra força econômica – a qualidade da produtividade- está sendo reconhecida como requisito essencial de sustentação econômica principalmente nos espaços de recessão dos negócios, na nossa história econômica. De veículos até serviços, o valor agregado da qualidade que os compradores percebem nos produtos e serviços está exercendo poderosa influencia sobre a constante força dos gastos do cliente, principalmente em tempos de otimização do uso de recursos.
Estudiosos da economia atual afirmam que hoje, quando o consumidor está completamente satisfeito com o produto ou serviço adquirido, ele conta sua boa experiência para 6 outros compradores potenciais. Porém, outro consumidor insatisfeito passa a informação a 25 outros compradores potenciais. Esse é o poder de alavancagem da qualidade na formação da percepção do consumidor, um fator vital para a mobilização de, por exemplo, dois terços da economia americana movimentados pelo mercado consumidor.
Portanto, à medida que as empresas analisam as bases das suas atividades empresariais, este é um lembrete dos mais fundamentais: os gestores precisam reconhecer que a receita de uma empresa é gerado por seus clientes, não por Wall Street.
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